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Arquivo de Ciências Humanas - Editora Mecenas https://www.editoramecenas.com.br/categoria-produto/ciencias-humanas/ Wed, 26 Feb 2020 19:26:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.4 https://www.editoramecenas.com.br/wp-content/uploads/2021/05/cropped-CASA-E-APÊ-IMAGENS-1-1-32x32.jpg Arquivo de Ciências Humanas - Editora Mecenas https://www.editoramecenas.com.br/categoria-produto/ciencias-humanas/ 32 32 A Última Dívida https://www.editoramecenas.com.br/produto/a-ultima-divida/ Tue, 07 Jan 2020 14:22:30 +0000 http://www.editoramecenas.com.br/?post_type=product&p=510 Sete é um número misteriosamente forte. Muitas coisas que envolvem a nossa existência têm relação direta com o número sete. Sete são os pecados capitais. Sete são os pedidos expressos no Pai Nosso. São sete as notas musicais, foram sete as pragas do Egito, são sete os Arcanjos. A luz do sol emite sete raios. ... Ler mais

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Sete é um número misteriosamente forte. Muitas coisas que
envolvem a nossa existência têm relação direta com o número sete. Sete
são os pecados capitais. Sete são os pedidos expressos no Pai Nosso. São
sete as notas musicais, foram sete as pragas do Egito, são sete os Arcanjos.
A luz do sol emite sete raios. Sete são os níveis de densidade da matéria
que nos envolve. São sete as maravilhas do mundo antigo. O arco-íris tem
sete cores. Nossas células todas mudam de sete em sete anos. Temos sete
glândulas endócrinas. Temos sete orifícios no crânio. São sete os nossos
chacras. Os sete dias da semana também marcam profundamente nossos
ritmos, dentre tantos outros setes tão representativos em tantas áreas que
envolvem a nossa vida.
Sete era também o número das minhas dívidas quando todo
o caminho de volta começou. Sete. Eram sete dívidas quando resolvi
começar a fazer o caminho de volta. Eram quatro empréstimos e três
cartões de crédito. Não somavam juntos um valor exorbitante, mas para
uma simples professora, um valor que pagaria um carro popular, uma
meia dúzia de viagens à minha terra natal, Recife. Mas não pensem que
toda essa quantia foi empréstimo. Emprestado mesmo foi a terça parte, o
resto foi pagamento de juros, juros de tudo o que é jeito, juros de oncinha,
de florzinha…juros, juros, juros!
Quem abriu este livro achando que se tratava de mais um livro de
algum autor consagrado de autoajuda, ou de aconselhamento filosófico,
ou de algum grande autor especialista no assunto proposto, sinto
informar, mas esta autora que vos fala, não passa de mais uma simples
humana, vítima da compulsão por compras, mais uma como tantas e
tantas outras da nossa sociedade, extremamente consumista!
Minha presença nestas páginas vem relatar a minha experiência
pessoal a respeito da minha relação com o dinheiro e consumo nos últimos
quinze anos e, por meio deste relato, chamar você, leitor, à reflexão sobre suas próprias experiências para, quem sabe, contribuir com uma tomada
de posição sobre o assunto. É muito importante esta observação, porque
talvez seja o grande diferencial de todo este texto. Geralmente os autores
são muito específicos, especialmente na linguagem utilizada. Isso,
muitas vezes, distancia o leitor leigo e o texto acaba por não cumprir a
sua proposta inicial.
Falar como uma pessoa comum e sobre a minha própria
experiência, trazer as dicas de como fiz para sair desse terrível problema,
não só poderá ajudar muita gente, mas ajuda a mim mesma antes de
qualquer outra pessoa. É uma maneira de eu registrar, concretizar essa
grande, fundamental e estrutural mudança na minha vida, faz com que
ela continue sólida e me dá forças para seguir adiante nessa nova postura.
Bem, em alguns momentos, ao longo desta leitura, você poderá
pensar: “- Gente, mas isso não é um livro, é um manual sobre como
aprender a ser mão de vaca”. Não é, posso garantir que não. Muito pelo
contrário: a palavra dívida tem vários sentidos. É necessário compreender
que há dívidas que se pagam por si próprias, como um investimento
bem planejado, um empreendimento que estabelece um modelo de
negócio equilibrado, que faz uso harmonioso de recursos colocados à
disposição por um programa de incentivo ao empreendedorismo, a juros
competitivos. Na vida, é necessário ter ousadia, o que é muito diferente de
compulsão: o dinheiro deve ser bem administrado, e isso só vai acontecer
com organização e senso de responsabilidade. Se o dinheiro não para nas
suas mãos, e com o que entra você só paga as dívidas nocivas, esqueça o
progresso pessoal, pois ao invés de ter um verdadeiro recurso, você acaba
ganhando um inimigo que vai lhe perseguir.
Entenda, portanto, que todos os procedimentos aqui por mim
apontados já foram experimentados, posso garantir que foram necessários e
fundamentais para minha mudança – e fazem parte de um processo inicial, que
precisa ser mais intenso, tendo em vista que todos os que precisarem começar
a segui-los, estarão no vermelho, com dívidas, e precisando urgentemente de
uma mudança estrutural – e forte o suficiente para tornar-se sólida e definitiva!

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Terapia Analítico-Comportamental em Grupo https://www.editoramecenas.com.br/produto/terapia-analitico-comportamental-em-grupo/ Mon, 19 Aug 2019 14:15:39 +0000 http://www.editoramecenas.com.br/?post_type=product&p=488 Um livro sobre terapia comportamental de grupo traz, certamente, diferenças marcadas pela prática clínica dos autores. No entanto, mostra a explosão de uma ideia e a maneira de trabalhar. Partindo de princípios estabelecidos em laboratório, em 50 anos do século passado, foi possível expandir esse conhecimento para uma tecnologia e aplicação em humanos. As variáveis ... Ler mais

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Um livro sobre terapia comportamental de grupo traz, certamente,
diferenças marcadas pela prática clínica dos autores. No entanto, mostra
a explosão de uma ideia e a maneira de trabalhar. Partindo de princípios
estabelecidos em laboratório, em 50 anos do século passado, foi possível expandir
esse conhecimento para uma tecnologia e aplicação em humanos. As variáveis das
quais o comportamento é função mostraram que as causas do comportamento
eram externas, e que a genética e a história pessoal explicavam o desempenho num
determinado momento. As inferências para explicar o mundo privado de uma
pessoa são questionáveis. A própria pessoa não conhece bem seu mundo privado
e, por isso, temos tantas abordagens na psicologia.
Em um contexto com várias linhas teóricas tentando explicar, de maneira
diversa, a vida mental e trabalhando com essas explicações, surgiu um conjunto
de pessoas pressupondo que o conhecimento dos princípios comportamentais
permitiria a formulação de hipóteses clínicas para a adaptação da pessoa. De
fato, a pessoa pode se modificar identificando as variáveis ambientais das quais
o comportamento é função.
Nesse contexto, proceder-se à terapia de grupo fazia sentido, pois era
possível, com os princípios de aprendizagem, explicar comportamentos na
situação natural. O grupo propiciava uma situação de aprendizagem melhor
que a terapia individual para adquirir comportamentos, por meio da imitação,
reforçamento social dos participantes, incluindo-se o próprio terapeuta, uma
vez que as situações sociais ocorrem naturalmente durante o tratamento. Além
disso, vivenciar as consequências do comportamento emitido em uma situação
de aceitação permite inúmeras tentativas de solução de problemas, pois através
da interação no grupo eles se tornam mais claros.
Os terapeutas comportamentais costumam especificar problemas e
objetivos concretamente. Medem, também, as mudanças decorrentes, tanto de
comportamentos problemáticos como dos desejáveis, e empregam os princípios
de aprendizagem para facilitar mudanças relevantes. Geralmente, as técnicas
comportamentais são ensinadas independentemente da dinâmica do grupo,
mas de acordo com a análise do desenvolvimento dos problemas apresentados.
A situação terapêutica também controla o desenrolar das mudanças, e não se
recomenda seguir apenas um programa preestabelecido. Há alguns terapeutas
que preferem um programa estruturado para aumentar o efeito das técnicas
comportamentais empregadas e desencorajam a manifestação espontânea dos
participantes. Geralmente, centram-se em uma sequência operacional e trabalham
com problemas definidos: uma doença específica com pessoas no mesmo estágio,
problemas de separação de casais, e assim por diante. Há outros grupos, que se
denominam de apoio, voltados a problemas específicos, e os profissionais que os
coordenam não se consideram como terapeutas atuando stricto sensu.
Quem já participou de um grupo aberto, que precisa definir o problema, pode
ter ouvido frases, como as que ouvi como participante: “Estou sofrendo, me ajudem”.
Outra pessoa levantou-se do seu lugar e foi segurar a mão de quem falara. Duas horas
depois, o grupo ainda não havia escolhido com o que trabalhar. Levantei-me e saí.
Eu era conhecida como comportamental… E, portanto, teria gostado de analisar os
comportamentos que estavam sendo reforçados pelo grupo e a dificuldade de escolher
um objetivo nessa situação. Mas considerei que, se falasse, provocaria animosidades e
prejudicaria a linha teórica que escolhi, pelas bisbilhotices posteriores.
Na literatura comportamental, há relatos de experimentos segundo os
quais, quando o terapeuta reforça a expressão de sentimentos e solidariedade
entre os membros de um grupo, os sintomas melhoram, em comparação com
uma abordagem mais intuitiva e não planejada. Essa questão está em aberto
para investigação, e há opiniões divergentes.
Quando o papel causal do ambiente é compreendido, e clínicos
e pesquisadores dedicam-se a trabalhar com essa ideia, é inevitável o
desenvolvimento de estudos sobre os temas diversos e variações na condução
do grupo. Embora nem sempre os resultados sejam divulgados, os participantes
do grupo e terapeutas observam as consequências daquilo que realizaram e dos
comportamentos aprendidos, e as dificuldades existentes na evolução da terapia
ou de outro grupo com enfoque diverso.
Os estudos deste livro mostram isso. Nem sempre os leitores encontrarão
relatos de pesquisa, mas sim maneiras de trabalhar com os princípios de análise
do comportamento. Encontrarão, também, resultados obtidos nos grupos e
questões a serem investigadas em outros grupos, e talvez em estudos controlados
com protocolos bem definidos.
Os leitores identificarão, ainda, exemplos de comportamentos e
maneiras de agir, mantidas e eliminadas pelas variáveis do grupo que libera
as consequências momentâneas e positivamente reforçadoras ou punitivas. É
o reforçamento natural acontecendo, bem como generalizações e manutenção
do aprendido e o estabelecimento de estímulos discriminativos para novos
comportamentos.
O ponto mais importante é que, após 46 anos de análise do
comportamento no Brasil e 36 de trabalho de grupo, podemos ver que há
profissionais conduzindo grupos grandes e pequenos, sobre vários temas, e
sendo positivamente reforçados. Observamos, também, ter sido produzido um
livro com esse amplo conhecimento acumulado.

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Mensagens https://www.editoramecenas.com.br/produto/mensagens/ Thu, 22 Jun 2017 22:38:50 +0000 http://www.editoramecenas.com.br/?post_type=product&p=157 Esta coletânea de REFLEXÕES foi um trabalho desenvolvido semana a semana, compondo mensagens voltadas a falar das obras de Deus, e tiveram início lá por volta do ano 2000 e seguintes, algumas até antes. Eram escritas para serem lidas na abertura das reuniões de companheiros do clube de Rotary, denominado Rotary Clube Londrina Nordeste, um ... Ler mais

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Esta coletânea de REFLEXÕES foi um trabalho desenvolvido semana a semana, compondo mensagens voltadas a falar das obras de Deus, e tiveram início lá por volta do ano 2000 e seguintes, algumas até antes. Eram escritas para serem lidas na abertura das reuniões de companheiros do clube de Rotary, denominado Rotary Clube Londrina Nordeste, um dos pontos de encontro dessa agremiação na cidade de Londrina – PR.
Resultou um conjunto de textos recheado de toques de profunda sensibilidade, inspirado por leituras, pensamentos e interpretações provenientes de livros sagrados, como a Bíblia Católica e livros de autores vários, especialmente os editados pela Editora Quadrante – Sociedade de Publicações Culturais, com sede em São Paulo, e outros de espiritualidade católica. Foram também integradas obras de autores intelectuais e, de forma mais específica, os livros de autoria de São José Maria Escrivá de Balaguer, fundador do Opus Dei, grande e profundo inspirador dessas reflexões pensadas, lidas e produzidas exclusivamente para essas reuniões, originalmente, sem nenhuma intenção de publicá-las.
Mas sempre um amigo ou um companheiro, ou um familiar, que as ouvia, insistia: “- por que você não as transforma em livro, não as publica?” Sempre resisti em pensar ou colocar em prática essa ideia, até que, pelas insistentes sugestões e recomendações do companheiro e grande Amigo Dr. Pedro A. Kreling e, principalmente, quando o atual Presidente do Clube, Doutor Deonisio Destro, da área de agronomia, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), acabaram por convencer-me a fazê-lo.

Sumário

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